sexta-feira, 11 de setembro de 2009

A Paz - Claudinho e Buchecha

Segue aí o vídeo com a música "Paz", que nós postamos anteriormente.

quinta-feira, 10 de setembro de 2009

A gente tá Querendo Paz!

Ninguêm se respeita

Ninguêm tem direitos
Ninguêm se aceita
E Ninguêm é perfeito
Afinal de contas
O que mais é preciso mudar?

Eu com a minha raça
Você na sua crença
Entre tantas cores
Qual a diferença?
É preciso todas,para o arco-íris brilhar

Aviões caindo
Irmãos se separando
Bombas explodindo
Crianças chorando
Mas que mundo é esse
Que a gente ta tentando salvar?

A gente tá querendo paz,paz
O mundo precisa de paz,paz,
De objetivos iguais mais
Amor dentro do coração.
A gente tá querendo paz,paz
Mais uma chance pra paz,paz,
Que os sentimentos de paz,paz
Acabem num abraço de irmão.

Uns acendem velas
Outros cantam hinos
Uns batem tambores
Outros tocam sinos
Mas todos se ajoelham
Porque a intenção é igual.

Uns trocam palavras
Outros usam livros
Uns carregam armas
Outros ficam vivos
A eterna luta
Que existe entre o bem e o mal.

Uns fazem banquetes
Outros comem lixo
Quem será o homem?
Quem será o bicho?
Mas que mundo é esse
Que a gente tá tentando salvar?

A gente tá querendo paz,paz
O mundo precisa de paz,paz,
De objetivos iguais mais
Amor dentro do coração.
A gente tá querendo paz,paz
Mais uma chance pra paz,paz,
Que os sentimentos de paz,paz
Acabem num abraço de irmão.

A gente tá querendo paz,paz
O mundo precisa de paz,paz,
De objetivos iguais mais
Amor dentro do coração.
A gente tá querendo paz,paz
Mais uma chance pra paz,paz,
Que os sentimentos de paz,paz
Acabem num abraço de irmão

Claudinho e Buchecha - Paz

Desenvolvimento Sustentável na Amazônia

O Brasil ocupa o 4º lugar entre os principais países emissores de gases do efeito estufa. Erradicando o desmatamento, o País passaria a ocupar o 18º lugar.Além das áreas protegidas, outra forma de conter o desmatamento e, conseqüentemente as mudanças climáticas, é desenvolver atividades econômicas sustentáveis nas florestas, de modo a fortalecer as comunidades locais e aproveitar os recursos disponíveis nas regiões. O apoio a projetos de manejo florestal comunitário e empresarial, manejo de pesca, iniciativas de capacitação, educação e conscientização ambiental e ações de comunicação e políticas públicas.Com esse objetivo, o WWF-Brasil criou o Programa de Apoio ao Desenvolvimento Sustentável (PADS). Os projetos do PADS ajudam famílias a viver da coleta de castanha-do-Brasil, óleo de copaíba, artesanato, ecoturismo e outros produtos florestais, sem ter que derrubar árvores para retirar madeira ou abrir pastagens, assegurando, desta forma, a conservação da floresta e da biodiversidade.Além disso, lidar com o desenvolvimento sustentável na floresta é desenvolver e incentivar capacidade adaptativa às futuras mudanças do clima, que se dão gradualmente, na medida em que o planeta aquece.


Fonte: WWF-Brasil

terça-feira, 8 de setembro de 2009

Japão anuncia meta de redução de 25% nas emissões de CO2


O futuro primeiro-ministro do Japão, Yukio Hatoyama, anunciou nesta segunda-feira (7) que o país terá como objetivo a redução de 25% das emissões de CO2 até 2020, em comparação com as emissões de 1990.

"Como objetivo a médio prazo, temos como meta uma redução de 25% até 2020 com relação aos níveis de 1990. Nos baseamos nas demandas dos cientistas com a esperança de deter a mudança climática", declarou Hatoyama durante uma reunião internacional sobre o clima, em Tóquio.

Presidente do PDJ (Partido Democrata do Japão) e vitorioso nas eleições legislativas, Hatoyama será designado primeiro-ministro pela Câmara dos Deputados em 16 de setembro.

A meta anunciada pelo futuro premiê é mais ambiciosa que a redução de 8% fixada em junho pelo atual primeiro-ministro, o conservador Taro Aso, para o mesmo período.

"Isto é uma promessa política a que nos comprometemos em nosso programa eleitoral. Devemos cumpri-la adotando todas as medidas necessárias", afirmou Hatoyama.

Tóquio defenderá o objetivo de 25% na reunião da ONU em Nova York em 22 de setembro, preparatória para o encontro de cúpula de Copenhague em dezembro, que terá como finalidade alcançar um acordo internacional que substitua o protocolo de Kyoto sobre a redução de emissões de gases que provocam o efeito estufa.

Hatoyama, no entanto, advertiu que o Japão não poderá avançar sozinho na questão. Segunda maior economia mundial, o Japão é o quinto maior emissor de gases, atrás de China, Estados Unidos, Índia e Rússia.


Fonte: Folha de São PAulo

domingo, 6 de setembro de 2009

Menos Conversa e Mais Ação


Diariamente ouvimos falar nos meios de comunicação, nas rodas de conversa e nas escolas sobre o atual modelo ecológico do mundo, e que este precisa ser repensado. Infelizmente, porém, as pessoas fazem pouco com relação à tornar nossa sociedade "mais justa, ecológica e igualitária".

Hoje em dia existem muitos "clichês", a população sabe o que é certo e errado com relação ao meio ambiente, mas poucas pessoas "reciclam" sua mente e tomam ações de verdade para preservar o meio ambiente.

Por quê? Será preguiça? Será falta de informação? Ou será ignorância em achar que nada deve ser feito? Creio que a maioria da população não se importa em tomar atitude porque acha que isso não é problema seu, ou porque acha que o que ela fizer será pouco e ''inútil'' ou ainda por pensar: "O governo que resolva tudo!".

Então, qual será a solução? A solução para a degradação ambiental do mundo está nos proprios habitantes deste. As pessoas precisam deixar a conversa mole e a preguiça de lado, encarar os fatos e fazer o que deve ser feito, desde atitudes simples como usar caixas de papelão ao invés de sacolas plásticas no supermercado ou (facilmente) separar o lixo orgânico do lixo reciclável até verificar se o político em que você está votando tem projetos ambientais ou verificar se este está tomando atitudes que protegem ou agridem o meio ambiente, mandando emails ou checando se os governos municipal, estadual e federal estão realmente agindo ou só estão deixando as aparências mais "verdes".

Ação. Este é o principal pilar de uma nova era. A era em que as pessoas deixam de achar que ecologia é apenas conversa mole sobre os ''malucões do Greenpeace" e passam a perceber que para continuar (ou passar a estar) vivendo em bem estar é preciso trabalho, ação, reeducação e perpesctiva de futuro.

Mais ação e menos conversa, só assim será possível fazer a transição entrea era da conversa mole para a era da verdadeira Preservação Ambiental.

Por José Eduardo de Souza

ONU pede acordo climático rígido e alerta para desastre


O secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, cobrou nesta quinta-feira (3) mais empenho na negociação do novo tratado climático global, para evitar o que segundo ele seria um desastre econômico caso o nível dos mares suba até 2 metros ao longo deste século.

"Pagaremos um preço elevado se não agirmos", disse, em uma conferência climática de 155 países em Genebra. "A mudança climática pode provocar um desastre econômico generalizado", prosseguiu, defendendo um crescimento mais ambientalmente correto para o planeta.

"Até o final deste século, o nível dos mares pode subir entre meio metro e dois metros", observou. Isso ameaçaria pequenos países insulares, deltas de rios e cidades como Tóquio, Nova Orleans e Xangai, segundo ele.

A projeção apresentada por ele está acima da previsão de aumento de 18 a 59 centímetros no nível do mar, citada em 2007 por uma comissão de especialistas da ONU.

Essas estimativas, no entanto, não incluíam a possibilidade de um degelo mais acelerado da Antártida e da Groenlândia.

Ele disse que as emissões de gases do efeito estufa continuam crescendo rapidamente, apesar das promessas dos governos no sentido de contê-las. "Nosso pé está cravado no acelerador, e estamos rumando para o abismo", disse ele.

"Não podemos nos dar ao luxo de um progresso limitado. Precisamos de um progresso rápido", analisou, afirmando que já viu os impactos da mudança climática na visita que fez nesta semana à camada de gelo do oceano Ártico na costa da Noruega.

Ban disse esperar que a cúpula de líderes mundiais que ele comandará em 22 de setembro em Nova York dê um novo ímpeto para as negociações com vistas ao tratado de Copenhague.

"O apoio político para a ação climática está crescendo. Mas ainda não com a rapidez suficiente", afirmou o secretário, diante de uma plateia que incluía cerca de 20 líderes mundiais, a maioria oriundos de países em desenvolvimento, como Tanzânia, Bangladesh e Moçambique, e ministros de cerca de 80 paises.

Os líderes de países pobres pediram mais ajuda financeira e tecnologias limpas.

O presidente da Etiópia, Girma Woldegiorgise, afirmou que os países africanos estão sendo afetados pela mudança climática apesar de quase não terem contribuído com o problema, já que a maior parte das emissões de gases do efeito estufa é resultado da queima de combustíveis fósseis em nações industrializadas.

Os países em desenvolvimento querem que os países ricos se comprometam com cortes mais profundos até 2020 e que ofereçam mais ajuda. Já os países ricos querem que as nações em desenvolvimento se comprometam com metas mais claras em relação ao clima.

A conferência climática de Genebra, entre 31 de agosto e 4 de setembro, reúne cerca de 1.500 delegados. Ela aprovou formalmente a meta de criar um novo sistema para melhorar o monitoramento e informação sobre o clima, de modo a ajudar amplos setores, como a agricultura e os investidores em energia.

Fonte: http://noticias.ambientebrasil.com.br/noticia/?id=48019

sexta-feira, 4 de setembro de 2009

É hora de Agir!


"Uma sociedade capaz de suprir suas necessidades sem comprometer as gerações futuras". Esse é o Tão sonhado modelo de sociedade sustentável que ambientalistas defendem em todo o mundo, mas infelizmente estamos muito distantes disso.

O mundo capitalista e o consumo excessivo tornaram-se os grandes vilões do século, que apresentou políticas visando o lucro e não se preocupou com as consequências dessa ambição.

Vemos, hoje, grandes economias relutando a aceitar as mudanças para uma política ecológica por medo de perder a soberania econômica que conquistaram e pequenas economias aumentando sua produção e a degradação ambiental em busca de poder econômico. mas, até que ponto essa busca é válida? até que ponto o não se importar com o ambiente vai realmente valer a pena?

Esta na hora de mudar! É hora de mostrar ao nosso planeta o quanto somos gratos pela vida. É hora de cada um fazer a sua parte, de cobrar fiscalização dos governos, de diminuir a produção de lixo, de reciclar; É hora de agir, enquanto ainda há tempo!

quinta-feira, 3 de setembro de 2009

Enquete da Semana!


E aqui em nosso blog você também conta com enquetes semanais que servirão de estatística para nossa obtenção de dados, responda a nossa enquete da semana!
"Você acha que Política tem a ver com Meio Ambiente?"

O resultado, na semana que vem!

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Objetivo


Qual o nosso objetivo com esse Projeto, com um título tão polêmico, como política e meio ambiente?
A nossa principal meta com esse projeto, é levar a quem observar nosso blog e o documentário que estamos desenvolvendo como esses temas tão polêmicos estão tão relacionados e devem ter uma grande importância na atualidade.
Fique Ligado no PolMeio!

Bem Vindo


Seja bem vindo ao blog do projeto Política e Meio Ambiente, que estará sendo realizado ao longo desse semestre pelos alunos José Eduardo, Caio Augusto, Guilherme Guimarães, Maria Fernanda e José Augusto. Por meio deste você poderá conferir o andamento, e ao final, a conclusão do projeto.