
Nas férias, com mais tempo, pretendo postar as entrvistas completas e editadas, além dos bastidores e do vídeo "Play Debora Corbage off Keyboard Cat" e algumas atualizações.
Então não perca: Política e meio ambiente, porque é hora de agir! ;D
Ninguêm se respeita
Ninguêm tem direitos
Ninguêm se aceita
E Ninguêm é perfeito
Afinal de contas
O que mais é preciso mudar?
Eu com a minha raça
Você na sua crença
Entre tantas cores
Qual a diferença?
É preciso todas,para o arco-íris brilhar
Aviões caindo
Irmãos se separando
Bombas explodindo
Crianças chorando
Mas que mundo é esse
Que a gente ta tentando salvar?
A gente tá querendo paz,paz
O mundo precisa de paz,paz,
De objetivos iguais mais
Amor dentro do coração.
A gente tá querendo paz,paz
Mais uma chance pra paz,paz,
Que os sentimentos de paz,paz
Acabem num abraço de irmão.
Uns acendem velas
Outros cantam hinos
Uns batem tambores
Outros tocam sinos
Mas todos se ajoelham
Porque a intenção é igual.
Uns trocam palavras
Outros usam livros
Uns carregam armas
Outros ficam vivos
A eterna luta
Que existe entre o bem e o mal.
Uns fazem banquetes
Outros comem lixo
Quem será o homem?
Quem será o bicho?
Mas que mundo é esse
Que a gente tá tentando salvar?
A gente tá querendo paz,paz
O mundo precisa de paz,paz,
De objetivos iguais mais
Amor dentro do coração.
A gente tá querendo paz,paz
Mais uma chance pra paz,paz,
Que os sentimentos de paz,paz
Acabem num abraço de irmão.

O futuro primeiro-ministro do Japão, Yukio Hatoyama, anunciou nesta segunda-feira (7) que o país terá como objetivo a redução de 25% das emissões de CO2 até 2020, em comparação com as emissões de 1990.
"Como objetivo a médio prazo, temos como meta uma redução de 25% até 2020 com relação aos níveis de 1990. Nos baseamos nas demandas dos cientistas com a esperança de deter a mudança climática", declarou Hatoyama durante uma reunião internacional sobre o clima, em Tóquio.
Presidente do PDJ (Partido Democrata do Japão) e vitorioso nas eleições legislativas, Hatoyama será designado primeiro-ministro pela Câmara dos Deputados em 16 de setembro.
A meta anunciada pelo futuro premiê é mais ambiciosa que a redução de 8% fixada em junho pelo atual primeiro-ministro, o conservador Taro Aso, para o mesmo período.
"Isto é uma promessa política a que nos comprometemos em nosso programa eleitoral. Devemos cumpri-la adotando todas as medidas necessárias", afirmou Hatoyama.
Tóquio defenderá o objetivo de 25% na reunião da ONU em Nova York em 22 de setembro, preparatória para o encontro de cúpula de Copenhague em dezembro, que terá como finalidade alcançar um acordo internacional que substitua o protocolo de Kyoto sobre a redução de emissões de gases que provocam o efeito estufa.
Hatoyama, no entanto, advertiu que o Japão não poderá avançar sozinho na questão. Segunda maior economia mundial, o Japão é o quinto maior emissor de gases, atrás de China, Estados Unidos, Índia e Rússia.
Fonte: Folha de São PAulo

O secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, cobrou nesta quinta-feira (3) mais empenho na negociação do novo tratado climático global, para evitar o que segundo ele seria um desastre econômico caso o nível dos mares suba até 2 metros ao longo deste século.
"Pagaremos um preço elevado se não agirmos", disse, em uma conferência climática de 155 países em Genebra. "A mudança climática pode provocar um desastre econômico generalizado", prosseguiu, defendendo um crescimento mais ambientalmente correto para o planeta.
"Até o final deste século, o nível dos mares pode subir entre meio metro e dois metros", observou. Isso ameaçaria pequenos países insulares, deltas de rios e cidades como Tóquio, Nova Orleans e Xangai, segundo ele.
A projeção apresentada por ele está acima da previsão de aumento de 18 a 59 centímetros no nível do mar, citada em 2007 por uma comissão de especialistas da ONU.
Essas estimativas, no entanto, não incluíam a possibilidade de um degelo mais acelerado da Antártida e da Groenlândia.
Ele disse que as emissões de gases do efeito estufa continuam crescendo rapidamente, apesar das promessas dos governos no sentido de contê-las. "Nosso pé está cravado no acelerador, e estamos rumando para o abismo", disse ele.
"Não podemos nos dar ao luxo de um progresso limitado. Precisamos de um progresso rápido", analisou, afirmando que já viu os impactos da mudança climática na visita que fez nesta semana à camada de gelo do oceano Ártico na costa da Noruega.
Ban disse esperar que a cúpula de líderes mundiais que ele comandará em 22 de setembro em Nova York dê um novo ímpeto para as negociações com vistas ao tratado de Copenhague.
"O apoio político para a ação climática está crescendo. Mas ainda não com a rapidez suficiente", afirmou o secretário, diante de uma plateia que incluía cerca de 20 líderes mundiais, a maioria oriundos de países em desenvolvimento, como Tanzânia, Bangladesh e Moçambique, e ministros de cerca de 80 paises.
Os líderes de países pobres pediram mais ajuda financeira e tecnologias limpas.
O presidente da Etiópia, Girma Woldegiorgise, afirmou que os países africanos estão sendo afetados pela mudança climática apesar de quase não terem contribuído com o problema, já que a maior parte das emissões de gases do efeito estufa é resultado da queima de combustíveis fósseis em nações industrializadas.
Os países em desenvolvimento querem que os países ricos se comprometam com cortes mais profundos até 2020 e que ofereçam mais ajuda. Já os países ricos querem que as nações em desenvolvimento se comprometam com metas mais claras em relação ao clima.
A conferência climática de Genebra, entre 31 de agosto e 4 de setembro, reúne cerca de 1.500 delegados. Ela aprovou formalmente a meta de criar um novo sistema para melhorar o monitoramento e informação sobre o clima, de modo a ajudar amplos setores, como a agricultura e os investidores em energia.
Fonte: http://noticias.ambientebrasil.com.br/noticia/?id=48019

